Chronos do Tempo

O mundo dos relógios e jóias
52 Super Series: Com a Zenith, de vento em popa…
23/Set/2015
52 Super Series: Com a Zenith, de vento em popa…

Cascais foi o cenário da última jornada do 52 Super Series, onde competem os mais rápidos barcos monocasco do Mundo; contra ondas e a favor do vento, velejar a 24 nós foi uma odisseia, na última das cinco provas desta competição que o Team Azzurra venceu.


O sol de Verão e temperatura a condizer, recebeu as 12 equipas inscritas (de oito países) para esta última jornada, num cenário cada vez mais popular entre a elite das competições náuticas: Cascais.


O Oceano Atlântico foi o palco de despedida deste evento (que regressará em 2016) depois de quatro provas no Mar Mediterrâneo, entre Espanha e Itália, sempre cronometradas pelos relógios da Zenith que, em Portugal, contou com o apoio do importador nacional, a J. Borges de Freitas, que não perdeu a oportunidade para dar a conhecer a colecção de relógios da marca e convidar clientes e amigos a viver as emoções de uma regata.


A CHRONOS do tempo participou numa das regatas a bordo do Vesper de Jim Swartz, barco bem conhecido destas andanças náuticas e com um largo palmarés no mundo da vela.


Refira-se que os monocascos da 52 Super Series, conseguem atingir velocidades na casa dos 24/26 nós, mais parecendo que voam sobre as ondas, transportando até 14 elementos (normalmente todos levam um tripulante a bordo, por convite de uma das marcas patrocinadoras do evento). Tudo isto em embarcações de cerca de 16 metros de comprimento (15,85m) e sensivelmente 4m de largura e 3,2m de calado e um peso total pouco mais de 7,5 toneladas, sabendo-se que utilizam as mais recentes tecnologias e materiais (com a fibra de carbono) na sua construção.


No mundo que faz lembrar a Fórmula 1, tudo é pensado ao pormenor, mesmo tendo em conta que se está sempre dependente do vento… A pouco mais de duas milhas da costa, o “tal” vento não faltou ao evento e deu que fazer aos tripulantes, que tinham de percorrer sensivelmente 12 milhas por regata.  


Se fazer vela é sinónimo de silêncio e serenidade, a bordo de um TP52, vive-se a adrenalina da competição no seu estado mais puro; as cordas gemem, como que reclamando do frenesim a que são sujeitas permanentemente, e as velas são a força motriz. Tudo acontece com uma velocidade estonteante e, rondar uma bóia, é uma experiência alucinante, tendo em conta que os lugares na classificação se disputam ao metro e onde cada tripulação procura a melhor trajectória, e o melhor vento que lhes permite ganhar terreno e tempo…


A agilidade e destreza dos tripulantes estão assim em consonância com as instruções dadas pelo skyper “Brad” Gavin, enquanto Jim Swartz não larga o leme (vencedor da segunda regata em Cascais, foi quinto classificado na primeira). “Voa-se”, ou melhor, veleja-se assim regularmente a 20 nós, até se abrir o “spinnaker” (vela extra que se abre à proa), quando a velocidade aumenta para os 24 nós… é nesta altura que se “voa baixinho”, os cabos “gritam” e a tripulação se pendura numa das bordas para compensar a elevada inclinação do “Vesper”.


De “spinnaker” inflado, a área vélica dos TP 52 passa dos cerca de 160 m2, para mais de 375, permitindo assim atingir o limite de velocidade nestas embarcações. Foi com estas condições e exigências que os italianos do Azzurra venceram esta competição, deixando atrás de si os americanos do Quantum Racing e do Sled, que ocuparam os restantes lugares do pódio.


Em Cascais levantaram o troféu da Cascais 52 Super Series e a Taça correspondente à competição das cinco provas, que se repetirão em 2016. Até lá, cada equipa (com um orçamento de cinco milhões de euros) vai investir na modernização das suas embarcações e no treino das tripulações. A alta competição não perdoa e voar contra as ondas obriga a algo mais que destreza…


Já em terra, e no espaço da Zenith/J. Borges de Freitas instalado no Hotel Farol Design, e enquanto se revivem as memórias da adrenalina provocada pela regata em competição, apetece cantar baixinho a música celebrizada por Chico Buarque: “Navegar é preciso/Viver não é preciso...”


 


Classificação Final do 52 Super Series 2015


1º Azzurra (ITA) – 175 p.


2º Quantum Racing (EUA) – 202 p


3º Sled (EUA) – 259 p


4º Platoon (GER) – 262 p.


5º Bronenosec Gazprom (RUS) – 263 p.


6º Alegre (GBR) – 266 p.


7º Provezza (TUR) – 269 p.


8º Gladiator (GBR) – 386 p.


9º Paprec Recyclage (FRA) – 396 p.


10º Rán Racing (SWE) – 397 p.


11º XIO Hurakan (ITA) – 422 p.


12º Spookie (EUA) – 482 p.


13º Vesper (EUA) – 485 p.


14º Interlodge (EUA) – 505 p.


15º Phoenix (BRA) – 510 p.


52 Super Series: Com a Zenith, de vento em popa…
52 Super Series: Com a Zenith, de vento em popa…
52 Super Series: Com a Zenith, de vento em popa…
52 Super Series: Com a Zenith, de vento em popa…
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A "foto de família" dos participantes do 52 Super Series
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Jim Swartz (Vesper) recebe o Troféu Zenith
Os italianos da Azzurra venceram o 52 Super Series 2015
52 Super Series: Com a Zenith, de vento em popa…
A 52 Super Series em Cascais
Joana Freitas entrevistada momentos antes de entrar em regata no Provezza
A 52 Super Series em Cascais
A 52 Super Series em Cascais
A 52 Super Series em Cascais
A 52 Super Series em Cascais
A 52 Super Series em Cascais
A Zenith no 52 Super Series
A Zenith no 52 Super Series
Convidados da J. Borges de Freitas
A Zenith no 52 Super Series
Convidados da J. Borges de Freitas
Convidados da J. Borges de Freitas
A 52 Super Series em Cascais
A Zenith no 52 Super Series
O espaço da Zenith/J. Borges de Freitas no Hotel Farol Design
A equipa da J. Borges de Freitas
Convidados da J. Borges de Freitas
Convidados da J. Borges de Freitas
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