Pandora renova coleções em Portugal e reafirma solidez financeira com aposta na sustentabilidade
A Pandora, reconhecida globalmente como a maior marca de joalharia do mundo, continua a consolidar a sua presença no mercado internacional e nacional. Num movimento que concilia a renovação do seu portefólio de produtos com uma estratégia corporativa robusta, a empresa dinamarquesa apresentou recentemente as suas novas linhas de joalharia, ao mesmo tempo que divulga indicadores de confiança interna e reafirma os seus ambiciosos compromissos ambientais.
A magia da Disney e o simbolismo romântico
Entre as principais novidades que chegam agora ao mercado, destaca-se a continuidade da colaboração de sucesso Disney x Pandora. A marca aposta na nostalgia e na fantasia com o lançamento de peças icónicas, como a nova conta Disney Stitch adornada com uma flor, comercializada a 79,00 €, e a exclusiva Pulseira Disney Conto de Princesas, disponível por 199,00 €. Estas peças procuram capturar narrativas clássicas, permitindo aos consumidores transportar consigo um toque do imaginário da Disney no quotidiano.
Paralelamente, a Pandora reforçou a sua oferta de joalharia sentimental, focada na celebração de momentos e afetos. A nova coleção introduz elementos marcados por tons vermelhos vibrantes e simbologia romântica. Peças como a Conta Pendente Coração com zircónias vermelhas e o Colar Chave Coração Vermelho evidenciam a aposta da marca em designs que evocam a paixão. A linha inclui ainda inovações em colares e brincos com o motivo de cadeado e coração, além de peças temáticas como a Conta Pendente Tartaruga Marinha Rosa e a sofisticada Chave Dourada.
Os clássicos e a importância da personalização
Apesar da introdução de novidades, a marca mantém o foco nos seus best-sellers, peças que continuam a liderar as preferências dos consumidores. A coleção de “Flexible Sets” e as contas tradicionais, como a Mão de Fátima, a Árvore da Família e a conta Anjo, permanecem centrais no catálogo. A filosofia da empresa persiste na ideia de que cada joia deve contar uma história única, permitindo a composição de estilos personalizados através das linhas Pandora Moments, Pandora Signature e Pandora ME.
Para garantir a longevidade destas peças, a empresa continua a promover acessórios complementares, como o seu Kit de Limpeza, essencial para a manutenção do brilho da prata e do ouro, e guarda-joias desenhados especificamente para a organização segura das coleções. Em Portugal, a comercialização oficial destas novidades e clássicos é assegurada pela Boutique dos Relógios, que garante a autenticidade e qualidade dos materiais, disponibilizando as peças tanto em lojas físicas como na sua plataforma online.
Sustentabilidade e desempenho global
Sediada em Copenhaga, na Dinamarca, a Pandora não se define apenas pelo design, mas também pela sua dimensão e responsabilidade corporativa. A empresa, que emprega cerca de 39.000 pessoas em todo o mundo, posiciona-se na vanguarda da sustentabilidade no setor do luxo acessível. Toda a joalharia é atualmente fabricada com prata e ouro 100% reciclados, uma medida que integra o objetivo mais vasto de reduzir para metade as emissões de gases com efeito de estufa em toda a sua cadeia de valor até 2030.
Financeiramente, a gigante dinamarquesa demonstra vigor. Cotada na bolsa Nasdaq de Copenhaga, a Pandora gerou uma receita de 32,5 mil milhões de coroas dinamarquesas (aproximadamente 4,4 mil milhões de euros) em 2025. A marca opera em mais de 100 países, contando com uma rede de 7.000 pontos de venda, que inclui mais de 2.800 concept stores.
Movimentos bolsistas e confiança na administração
Num sinal claro de confiança no rumo estratégico da empresa, foram reportadas transações recentes de ações por parte de membros da estrutura diretiva. A Pandora A/S notificou o mercado de que Lilian Fossum Biner, membro do Conselho de Administração, reforçou a sua posição na empresa.
Biner adquiriu 500 ações a um preço total de 269.500 coroas dinamarquesas. Com esta aquisição, a administradora passa a deter um total de 1.165 ações da companhia. Este tipo de investimento por parte de “insiders” é frequentemente interpretado pelos analistas como um indicador positivo sobre a saúde financeira e as perspetivas de crescimento futuro da organização.